sábado, 16 de janeiro de 2010

Sem rumo

Sem rumo

Com uma sensação estranha,

Porque toda a gente me corta as entranhas?

Olho á minha volta

E lágrimas é o resultado

Da sensação de injustiça,

Da falta de amor,

E da procura constante desse amor

Que me foge!

Sem quem sou,

Mas não queria ser quem sou,

Não sou nada,

Não sou ninguém,

Ninguém se preocupa,

Nem tenho quem!

Sou algo que nasceu

Veio ao mundo

Sem nunca se ter esclarecido,

Vivendo nas incertezas, nas interrogações,

Sem nunca ter vivido,

E a sensação de vivacidade,

Só mesmo em sonhos foi realidade!

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