Sem rumo
Com uma sensação estranha,
Porque toda a gente me corta as entranhas?
Olho á minha volta
E lágrimas é o resultado
Da sensação de injustiça,
Da falta de amor,
E da procura constante desse amor
Que me foge!
Sem quem sou,
Mas não queria ser quem sou,
Não sou nada,
Não sou ninguém,
Ninguém se preocupa,
Nem tenho quem!
Sou algo que nasceu
Veio ao mundo
Sem nunca se ter esclarecido,
Vivendo nas incertezas, nas interrogações,
Sem nunca ter vivido,
E a sensação de vivacidade,
Só mesmo em sonhos foi realidade!